Press Release

We Are Scientists

O Regresso dos Cientistas do Dance Punk

A Crowdmusic tem o prazer de promover o regresso de We Are Scientists a Portugal, com 2 concertos, no Auditório CCOP do Porto a 5 de Julho e no Musicbox de Lisboa a 8 de Julho.

Depois de passagens por festivais, a última há já 10 anos, a banda baseada em Nova Iorque regressa em nome próprio para 2 datas e traz um álbum novo fresquinho na bagagem – “Lobes” – editado em Janeiro de 2023.

O Nascimento da Banda e de um Estilo

A banda Norte-Americana foi fundada na Califórnia em 2000 por Keith Murray (na altura na bateria e voz), Chris Cain (baixo)  e Scott Lamb (guitarra e voz). No entanto os We Are Scientists rapidamente mudaram a sua base para Nova Iorque que é ainda hoje a sua casa, uma cidade muito mais condizente com as sonoridades urbanas do dance indie rock de We Are Scientists.

A origem do nome da banda deve-se a uma peripécia com um aluguer de uma carrinha. Aquando da entrega, o funcionário que fazia a inspeção da carrinha ao ver as roupas que traziam e o que transportavam perguntou-lhe se eram cientistas. Acharam piada, e o nome ficou.

Aos membros fundadores Keith Murray (guitarra e voz) e Chris Cain (baixo), juntou-se em 2013 Keith Carne na bateria, uma posição que tem tido ao longo do tempo vários ocupantes mas que Carne ocupa há já vários anos. 

O nascimento e crescimento da banda até ao seu primeiro álbum coincide com o eclodir de um estilo que viria a ser importante na década de 00. A banda refere nesta fase influências de The Rapture e David Bowie, juntado-se sonoramente ao movimento dance punk que ganhava asas em 2005 com bandas como LCD Soundsystem ou !!! (Chk Chk Chk), bandas a quem The Rapture abriu caminho.

20 anos de carreira

Os We Are Scientist tiveram sucesso imediato com o primeiro álbum “With Love and Squalor” de 2005, com músicas como Nobody Move, Nobody Get Hurt, ou The Great Escape, mostrando um rock dançável, com riffs enérgicos e melodias que ficam no ouvido. A estreia valeu disco de ouro no Reino Unido e sucesso em vários outros países. 

Ao longo da carreira os We Are Scientists foram incorporando outros elementos na sua música em álbuns como “Brain Thrust Mastery” de 2008 ou “Megaplex” de 2018, trazendo mais sintetizadores e cordas, explorando mais a faceta dance da sua música. “Huffy” de 2021 trouxe de volta um som mais cru e punk, mas o novo “Lobes”, 8º álbum da carreira, traz de volta os elementos eletrónicos e o rock punk dançável.

A banda nova-iorquina é também conhecida pelo sentido de humor, tanto em palco como em entrevistas, e até em alguns vídeos que partilham nas redes sociais. Foi aliás o gosto por stand-up comedy um dos fatores que juntou Murray e Cain inicialmente. 

"Lobes" de 2023 e os Concertos

“Lobes”, o álbum que os We Are Scientists virão promover a Portugal, é um excelente testemunho da ambivalência sonora descrita acima, embora caia mais no lado dance da sua personalidade. Músicas como Operator Error, Settled Accounts ou Dispense With Sentiment trazem-nos o melhor de We Are Scientists, e Less From You mostra a faceta mais dance pop da banda, com um refrão tão “catchy” que todos o irão cantar nos concertos de Julho próximo, mesmo que não o conheçam.

Com uma carreira tão significativa, estes concertos não serão apenas sobre “Lobes”. Não faltarão também os maiores êxitos da banda de outras fases da carreira, nomeadamente do 1º álbum da banda.

Uma coisa é certa, um concerto de We Are Scientist é uma viagem entre o pop punk e o disco rock que não deixa ninguém parado. Músicas dançáveis, refrões que se cantam em uníssono e muita energia em palco. A não perder numa noite de verão no Porto e Lisboa em Julho próximo.

Galeria

Vídeos

Concertos

Acreditação e Informações

Origem

NY – USA

Formação

Keith Murray – Guitarra e Voz

Chris Cain – Baixo

Keith Carne – Bateria

 

Discografia

Álbuns

With Love and Squalor – 2005

Brain Thrust Mastery – 2008

Barbara – 2010

TV en Français – 2014

Helter Seltzer – 2016

Megaplex – 2018

Huffy – 2021

Lobes – 2023

Playlist

Links Importantes

Blue Skies - Crítica

Pitchfork - 6.0 / 10

Ostensibly, Lobes is the album where We Are Scientists dive into strange waters, a record where the pent-up energy that fueled Huffy drives the group into new territory. Keith Murray explained to DIY Mag that where Huffy was a “’‘guitar-rock’-focused record,” Lobes swings the pendulum to “electronic, synth-based dance-rock songs.”

The thick layers of keyboards and pulsating drum machines conjure ghosts of new wave […] Many of the building blocks on Lobes feel purposefully familiar. With its glistening synths, “Turn It Up” echoes New Order; “Settled Accounts” is driven by a chicken-scratch guitar that tips its hat to Nile Rodgers; and “Less From You” throbs to a disco beat straight out of the glitter-ball glory days.

Pop Matters - 8 / 10

Lobes is notable for building its songs specifically around keyboard lines and exploration of 1980s-style synth tones. Even so, the record isn’t a radical departure for them. Keith Murray’s vocal melodies are as catchy as ever, he’s just using synths more than he’s using guitars this time out. The absence of guitar fuzz gives Chris Cain’s bass playing the spotlight much of the time, and he’s got some really tasty riffs on these tracks. In the press materials Murray describes Lobes as the darker nighttime follow-up to Huffy‘s sun-soaked good times.

Clash Music - 7 / 10

You can’t beat that uncanny combination of indie rock with glitz and this is something that We Are Scientists have always done effortlessly well and no more so than on their latest offering. ‘Lobes’ is the Californian duo’s eighth studio album and is a follow-up to last year’s ‘Huffy’ LP and is (unofficially) the edgier, more mischievous older sister of ‘Huffy’.

The electro pop stylings are still there, but this sonically is a smidge darker and grittier by contrast both in the musical arrangements and production. It’s certainly more expansive than their previous work with a more textured electronic sound.

Whilst ‘Lobes’ doesn’t reinvent the lobe shaped wheel, this is an effervescent funk-laden album which will certainly brighten up those dark January evenings thanks to its soaring choruses and memorable melodies.